Cada vez mais se incute nos jovens a importância das espécies vegetais e da sua conservação. A crescente consciencialização da importância do contacto com as plantas conhecendo um pouco da sua biologia é um grande passo para que elas sejam vistas numa perspectiva diferente, para que seja reconhecida a importância dos espaços verdes que nos rodeiam e numa escala global a importância das grandes florestas do planeta. Apesar de importâncias ecológicas diferentes, quer os espaços verdes nas cidades quer as grandes florestas da Terra contribuem em grande escala para uma melhoria das condições de vida.
No ambiente urbano surge também a óbvia função estética já que embelezam e dão cor ao local em que se encontram principalmente nas épocas de floração, proporcionam espaços privilegiados de lazer, local ideal para um passeio, conferem uma protecção contra o ruído, desempenham funções de termorregulação, intervêm na regulação e depuração dos recursos hídricos e contribuem para a melhoria da qualidade do ar.
Quando falamos em Jardins Botânicos não ficamos só por aqui já que ao lazer e à qualidade de vida se pode aliar a investigação e a educação.Os Jardins Botânicos datam do séc. XVI e muitos destes começaram por cultivar não só inúmeras espécies vegetais aromáticas e medicinais como também o estudo do mundo vegetal. Com a descoberta de novos mundos o número de espécies conhecidas aumentou e aqui os jardins desempenharam um importante papel no que respeita à introdução e distribuição de plantas exóticas.
Na actualidade estas instituições têm a responsabilidade de preservar espécies indígenas, promover a educação para a protecção e preservação da biodiversidade. Nos nossos dias existem cerca de 1700 Jardins Botânicos espalhados pelo mundo dando guarida a mais de 100000 espécies que nos seus habitats naturais se encontram em risco de extinção. Normalmente os Jardins Botânicos mantêm as suas colecções vivas no entanto surge agora a necessidade de completar estas colecções com sementes conservadas a baixas temperaturas, bancos de pólen, material produzido in vitro com finalidade não só da preservação da biodiversidade mas também como fonte de material genético para fins comerciais.
É nesta perspectiva, que o Jardim Botânico do Agrupamento de Escolas de Vila Pouca de Aguiar se torna um marco no que diz respeito à biodiversidade vegetal, valorizado pelo seu elevado interesse didáctico e pedagógico.
No ambiente urbano surge também a óbvia função estética já que embelezam e dão cor ao local em que se encontram principalmente nas épocas de floração, proporcionam espaços privilegiados de lazer, local ideal para um passeio, conferem uma protecção contra o ruído, desempenham funções de termorregulação, intervêm na regulação e depuração dos recursos hídricos e contribuem para a melhoria da qualidade do ar.
Quando falamos em Jardins Botânicos não ficamos só por aqui já que ao lazer e à qualidade de vida se pode aliar a investigação e a educação.Os Jardins Botânicos datam do séc. XVI e muitos destes começaram por cultivar não só inúmeras espécies vegetais aromáticas e medicinais como também o estudo do mundo vegetal. Com a descoberta de novos mundos o número de espécies conhecidas aumentou e aqui os jardins desempenharam um importante papel no que respeita à introdução e distribuição de plantas exóticas.
Na actualidade estas instituições têm a responsabilidade de preservar espécies indígenas, promover a educação para a protecção e preservação da biodiversidade. Nos nossos dias existem cerca de 1700 Jardins Botânicos espalhados pelo mundo dando guarida a mais de 100000 espécies que nos seus habitats naturais se encontram em risco de extinção. Normalmente os Jardins Botânicos mantêm as suas colecções vivas no entanto surge agora a necessidade de completar estas colecções com sementes conservadas a baixas temperaturas, bancos de pólen, material produzido in vitro com finalidade não só da preservação da biodiversidade mas também como fonte de material genético para fins comerciais.
É nesta perspectiva, que o Jardim Botânico do Agrupamento de Escolas de Vila Pouca de Aguiar se torna um marco no que diz respeito à biodiversidade vegetal, valorizado pelo seu elevado interesse didáctico e pedagógico.